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	<description>Portfólio Koji Pereira ● I&#039;m digging for fire</description>
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		<title>Launch Capital</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 17:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<li><img class="alignnone size-full wp-image-611" title="nxs" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2009/05/nxs.jpg" alt="nxs" width="815" height="350" /></li>
<li><img class="alignnone size-full wp-image-611" title="nxs" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2009/05/nxs2.jpg" alt="nxs" width="815" height="350" /></li>
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		<title>Workshop sobre computação física e circo no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 23:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação física]]></category>
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		<description><![CDATA[
Nos dias 17 e 18 de Julho estarei no Rio de Janeiro junto com André Veloso para ministrar o workshop sobre computação física aplicada as técnicas circenses. Este workshop será parte do projeto Domus que recebeu o prêmio Interações Estéticas da Funarte. Ementa:
A computação física é uma área de estudos multidisciplinar, que além de incluir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/07/workshop2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-890" title="workshop2" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/07/workshop2-530x350.jpg" alt="workshop2" width="530" height="350" /></a></p>
<p>Nos dias 17 e 18 de Julho estarei no Rio de Janeiro junto com André Veloso para ministrar o workshop sobre computação física aplicada as técnicas circenses. Este workshop será parte do projeto <a href="http://domus.crescereviver.org.br" target="_blank">Domus</a> que recebeu o prêmio Interações Estéticas da Funarte. Ementa:</p>
<blockquote><p>A computação física é uma área de estudos multidisciplinar, que além de incluir problemáticas da computação imprime novos desafios para interação ser humano e máquina. No lugar de interação mouse e teclado, a computação física permite o controle de computadores através de movimentos do corpo ou de objetos físicos. Os profissionais da área de performance, dança, teatro e circo podem se utilizar da computação física para criar peças interativas e com dados gerados em tempo real. Para aqueles interessados em realizar exercícios práticos, recomendamos que levem seus respectivos laptops.</p></blockquote>
<p>O workshop é gratuito e acontecerá no Pontão da Eco na UFRJ. Rua Mauro Müller, 455, Urca, <a href="http://pontaodaeco.org/como-chegar/" target="_blank">como chegar</a>. A inscrição deve ser feita<a href="http://pontaodaeco.org/compfisica/" target="_blank"> neste link</a>.</p>
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		<title>Utilidade pública: Electrical What? Uma wikipedia de eletrônica.</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 15:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arduino]]></category>
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		<category><![CDATA[Computação física]]></category>
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		<category><![CDATA[Robótica]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quantas vezes eu já apanhei tentando entender um diagrama de eletrônica, ou mesmo procurando como representar um determinado componente. Pra quem é designer e acaba prototipando alguma coisa envolvendo eletrônica, as coisas complicam demais pro nosso lado :/ O que um maluco com um tempo bom de sobra fez foi catalogar isso tudo pra gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://electricalwhat.com/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-880 alignnone" title="PT_1033" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/06/PT_1033.jpg" alt="PT_1033" width="550" height="413" /></a></p>
<p>Quantas vezes eu já apanhei tentando entender um diagrama de eletrônica, ou mesmo procurando como representar um determinado componente. Pra quem é designer e acaba prototipando alguma coisa envolvendo eletrônica, as coisas complicam demais pro nosso lado :/ O que um maluco com um tempo bom de sobra fez foi catalogar isso tudo pra gente e ainda categorizar! Mas o melhor ainda está por vir&#8230; Uma organização dos componentes por tag também permite filtrar os componentes por formato (quadrado, triangular, etc), atributos como setas, linhas pontilhadas e tudo mais que parece um signo do horóscopo Chinês. Enfim, <a href="http://electricalwhat.com/" target="_blank">guarde bem esse site em seu delicious</a>.</p>
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		<title>Computação física, celulares e iPhone 4</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 14:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Computação física]]></category>
		<category><![CDATA[Design de experiência]]></category>
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		<description><![CDATA[
Novidade nenhuma o fato do iPhone 4 ter sido lançado, com uma resolução muito boa e etc. No entanto, o que mais me chamou atenção no danado é a quantidade de sensores. Bom, vamos parar para pensar. O iPhone 4 tem:

Um acelerômetro de 3 eixos
Um giroscópio de 3 eixos
Uma bússola digital
Uma tela sensível ao toque
Um sensor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/06/overview-facetime-20100607.png"><img class="size-full wp-image-877 alignnone" title="overview-facetime-20100607" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/06/overview-facetime-20100607.png" alt="overview-facetime-20100607" width="460" height="617" /></a></p>
<p>Novidade nenhuma o fato do iPhone 4 ter sido lançado, com uma resolução muito boa e etc. No entanto, o que mais me chamou atenção no danado é a quantidade de sensores. Bom, vamos parar para pensar. O iPhone 4 tem:</p>
<ul>
<li>Um acelerômetro de 3 eixos</li>
<li>Um giroscópio de 3 eixos</li>
<li>Uma bússola digital</li>
<li>Uma tela sensível ao toque</li>
<li>Um sensor de proximidade</li>
<li>Um sensor de iluminação</li>
<li>Dois microfones (para cancelamento de ruído)</li>
<li>Duas câmeras</li>
<li>GPS</li>
<li><strong>Total: 11 sensores!</strong></li>
</ul>
<p>Toda essa parafernália de sensores pode ser usada como dispositivo de entrada (input) do aparelho (talvez não todos, devido à permissões da API do OS). Enquanto nossos computadores pessoais (PCs) se mantêm basicamente com o velho teclado e mouse os celulares estão dando passos muito a frente com essa quantidade de sensores capazes de interpretar o mundo físico. Na apresentação do giroscópio no WWDC2010 o demo mostrado pelo Steve Jobs não ajudou muito, o giroscópio associado a um acelerômetro é capaz de interpretar movimentos muito mais suaves e até direção e intensidade de movimento.</p>
<p>Abaixo o trecho da WWDC2010 com Steve apresentando o giroscópio + acelerômetro:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ORcu-c-qnjg&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/ORcu-c-qnjg&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Nada demais, essa demo poderia rodar no iPhone 3GS ao meu ver&#8230;</p>
<p>Bom, pra não ficar aqui horas digitando a explicação do que poderia ser possível, fica um vídeo de demonstração do Wii com o Motion Plus, uma peça adicional ao controle do Wii que nada mais é que um giroscópio. Vejam o que será possível de fazer com um iPhone&#8230;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Dlos9iOm7Jo&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/Dlos9iOm7Jo&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Bem isso é só uma demonstração do que um acelerômetro em conjunto com um giroscópio pode fazer. Porém isso somado a bússola, por exemplo, poderia indicar exatamente o local que se aponta o iphone, por exemplo para o sol, ou para uma determinada construção (não é atoa que os apps de realidade aumentada surgiram com o iPhone 3GS). Já o sensor de proximidade (mas, é provavel que a API do iOS4 não tenha suporte a esse sensor) por exemplo, poderia ser utilizado para saber se o iPhone está próximo de uma parede para se jogar um jogo de Squash. Enfim, a resumo dessa história é que vem muita coisa por aí ainda, não só com o iPhone 4, mas com toda geração de celulares cada vez mais cheios de sensores.</p>
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		<title>O futuro da interação</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 20:16:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Computação física]]></category>
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		<category><![CDATA[Design gestual]]></category>
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		<description><![CDATA[
A revista XRDS publicada pela ACM está com uma edição sobre o futuro da interção. Com uma série de textos sobre interfaces tangíveis, interface cérebro-máquina, computação física e computação pervasiva. A revista ainda conta com um perfil do professor Hiroshi Ishii, professor da MIT Media Lab, pioneiro em diversos conceitos desta área.
Coincidência ou não, deixo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://xrds.acm.org" target="_blank"><img class="size-full wp-image-855 alignnone" title="xrds_16-4_issue_image" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/06/xrds_16-4_issue_image.jpg" alt="xrds_16-4_issue_image" width="436" height="282" /></a></p>
<p><a href="http://xrds.acm.org" target="_blank">A revista XRDS</a> publicada pela ACM está com uma edição sobre o futuro da interção. Com uma série de textos sobre interfaces tangíveis, interface cérebro-máquina, computação física e computação pervasiva. A revista ainda conta com um perfil do professor Hiroshi Ishii, professor da MIT Media Lab, pioneiro em diversos conceitos desta área.</p>
<p>Coincidência ou não, deixo aqui uma palestra do John Underkoffler da MIT Media Lab, recentemente no TED.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/b6YTQJVzwlI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/b6YTQJVzwlI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Portal BDMG</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 00:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portfólio]]></category>
		<category><![CDATA[design centrado no usuário]]></category>
		<category><![CDATA[design de experiência]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<li><img class="alignright size-full wp-image-849" title="bdmg_wire" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/06/bdmg_wire.png" alt="bdmg_wire" width="813" height="350" /></li>
<li><img class="alignright size-full wp-image-849" title="bdmg_wire" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/06/bdmg1.png" alt="bdmg_wire" width="813" height="350" /></li>
<li><img class="alignright size-full wp-image-849" title="bdmg_wire" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/06/bdmg2.png" alt="bdmg_wire" width="813" height="350" /></li>
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		<title>Poesia Congelada no espaço cento e quatro</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 12:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arduino]]></category>
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		<description><![CDATA[
Finalmente a versão final da instalação Poesia Congelada no cento e quatro.
SOBRE POESIA CONGELADA
Marginalia Project
O sujeito que, munido de cubos de gelo, congela sílabas, construindo signos imprecisos.
Em uma proposta imbuída de características lúdicas, Koji Pereira convida o visitante da instalação interativa Poesia Congelada a empreender uma batalha de pequenas proporções contra as regras internas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bs9EgywN44g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/bs9EgywN44g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Finalmente a versão final da instalação Poesia Congelada no cento e quatro.</p>
<blockquote><p>SOBRE POESIA CONGELADA<br />
Marginalia Project</p>
<p>O sujeito que, munido de cubos de gelo, congela sílabas, construindo signos imprecisos.</p>
<p>Em uma proposta imbuída de características lúdicas, Koji Pereira convida o visitante da instalação interativa Poesia Congelada a empreender uma batalha de pequenas proporções contra as regras internas de seu sistema computacional de criação de poesias semi-randômicas. Semi- por ser somente parcial o descontrole do sujeito. Neste jogo, em sua tentativa de sobrepujar a evolução das sílabas &#8211; que se sobrepõem umas às outras rapidamente &#8211; buscando encerrá-las em signos, o sujeito é por vezes bem sucedido, e em outras ocasiões se vê à mercê de um fluxo sempre constante que dá lugar à imprevisível ocorrência do acaso.</p>
<p>Essa interface efêmera – o gelo que lentamente derrete respondendo ao toque com as mãos e com a superfície de projeção – é a ferramenta com a qual se constróem escrituras; o lugar do erro, da imprecisão, é o mesmo onde se manifesta o acaso . O vir-a-ser-texto que foge ao controle e sutilmente extrapola os limites do vernáculo apresentando ao visitante pequenas poesias de inspiração dadaísta, resultado de sua paradoxal empreitada em que a cada instante se luta contra e a favor deste sistema.</p></blockquote>
<p>Para o texto completo acesse <a href="http://www.marginaliaproject.com/lab/magazine/012/#top">o site Marginália + lab</a>.</p>
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		<title>Update or Die</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 01:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portfólio]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<li><img class="alignright size-full wp-image-835" title="uod1" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/05/uod1.jpg" alt="uod1" width="815" height="350" /></li>
<li><img class="alignright size-full wp-image-835" title="uod2" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/05/uod2.jpg" alt="uod1" width="815" height="350" /></li>
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		<title>Poesia Congelada</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 23:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portfólio]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<li><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="813" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bs9EgywN44g&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="813" height="350" src="http://www.youtube.com/v/bs9EgywN44g&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></li>
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		<title>Interfaces naturais ou pura empolgação?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 18:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
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Com o crescimento das interfaces multitoque, muitas vezes ficamos perdidos na quantidade de gestos que já foram utilizados na construção das interações. O pinch, gesto de pinça, para o zoom ficou famoso com o iPhone, mas existem diversos gestos e alguns se chocam. Por exemplo, o scroll no iPhone é feito através do flick, movimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right; margin-left: 10px"><a href="http://www.lukew.com/ff/entry.asp?1071&amp;utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+FunctioningForm+(LukeW+Ideation+%2B+Design)" target="_blank"><img class="size-full wp-image-819  alignright" title="touchgesture_reference" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2010/04/touchgesture_reference.gif" alt="touchgesture_reference" width="314" height="425" /></a></div>
<p>Com o crescimento das interfaces multitoque, muitas vezes ficamos perdidos na quantidade de gestos que já foram utilizados na construção das interações. O <em>pinch</em>, gesto de pinça, para o zoom ficou famoso com o iPhone, mas existem diversos gestos e alguns se chocam. Por exemplo, o <em>scroll</em> no iPhone é feito através do <em>flick</em>, movimento rápido com um dedo, já o zoom no Mac Book é feito com slide com dois dedos. Isso porque no Mac Book o touch pad ainda é usado como controlador do cursor, e no iPhone como o toque é feito diretamente na tela não há necessidade de cursor.</p>
<p>O designer de experiência Luke Wroblewski <a href="http://www.lukew.com/ff/entry.asp?1071&amp;utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+FunctioningForm+(LukeW+Ideation+%2B+Design)" target="_blank">publicou no seu blog um guia de referência de gestos sensíveis ao toque</a>, um resumo de tudo que já foi implementado até hoje (<a href="http://www.lukew.com/touch/TouchGestureGuide.pdf" target="_blank">versão PDF</a>). O guia de Lukew é ótimo para não ficar reinventando a roda, mas acaba deixando evidente como ainda não há consenso entre os próprios softwares. A própria &#8220;mania&#8221; de patentear tudo é outro problema grave a ser enfrentado pelos usuários que pouco tem a ver com as brigas por direitos autorais. Se a empresa X patentear um gesto, em tese nenhum outro concorrente poderá usar o tal gesto em suas aplicações, pra mim é absurdo, imagina patentear o joínha :/</p>
<p>Uma questão igualmente importante a ser levada em consideração é que os gestos são suscetíveis a diferenças culturais e regionais, um dos motivos que tem levado especialistas como Donald Norman a questionar severamente o uso exarcebado do termo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Natural_user_interface" target="_blank">Natural User Interfaces (NUI)</a>, foi o que ele fez no artigo que publicou recentemente no seu blog: <a href="http://www.jnd.org/dn.mss/natural_user_interfaces_are_not_natural.html" target="_blank">Natural User Interfaces are not Natural</a>.</p>
<p>Em suma parafraseando Norman, as interfaces que se utilizam de gestos não são uma panacéia, mas são 100% <img src='http://www.digfordesign.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Como toda ferramenta tecnológica, ela vem repleta de problemas a serem resolvidos. A diferença é que agora estamos extrapolando gestos dos dedos (cliques e apertar de botões) para buscar gestos corporais e de localização. O que não podemos é levar os <em>patterns</em> existentes como uma bíblia a ser seguida. Achei bem estranho o último capítulo do livro <a href="http://www.designinggesturalinterfaces.com/">Designing Gestural Interfaces</a> do Dan Saffer, porque me pareceu um pouco cedo para estabelecer certos padrões. De qualquer forma o importante é saber que eles estão chegando aos poucos, e que em alguns momentos, por exemplo, se você está lidando com culturas que tem diferentes interpretações do mesmo gesto, vale a pena quebrar os padrões.</p>
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