Archive for the ‘Realidade aumentada’ Category

Aproveitando o texto que escrevi em resposta a uma pergunta no fórum de Arquitetura da Informação, enumerei 5 motivos para ir ao evento Interaction South-America’11 que acontece em Belo Horizonte em Dezembro/2011. IMHO é o evento mais importante de Interaction Design da América Latina. Ah! as inscrições estão abertas em preços promocionais!

1. Palestras de pessoas de Interaction Design / UX mais bacanas da área:

2. Oficinas onde você poderá atualizar seus conhecimentos em IxD/UX.

3. Apresentação de papers (ou ainda você pode apresentar o seu) nessa área abrangente que é IxD / UX.

4. O Design Challenge que é uma ótima oportunidade de trabalhar com projetos experimentais e mostrar que pode desenvolver soluções de design em pouco tempo.

5. Ver/participar da exposição de arte e demos, onde teremos espaço bem aberto ao futuro da interação.

Para reforçar a importância do evento lembro que  é organizado pelo IxDA Interaction Design Association, com apoio da Sociedade Brasileira de Computação. Além ter patrocinadores e apoiadores notáveis como Google, Interaction-Design.org, etc

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Nos dias 17 e 18 de Julho estarei no Rio de Janeiro junto com André Veloso para ministrar o workshop sobre computação física aplicada as técnicas circenses. Este workshop será parte do projeto Domus que recebeu o prêmio Interações Estéticas da Funarte. Ementa:

A computação física é uma área de estudos multidisciplinar, que além de incluir problemáticas da computação imprime novos desafios para interação ser humano e máquina. No lugar de interação mouse e teclado, a computação física permite o controle de computadores através de movimentos do corpo ou de objetos físicos. Os profissionais da área de performance, dança, teatro e circo podem se utilizar da computação física para criar peças interativas e com dados gerados em tempo real. Para aqueles interessados em realizar exercícios práticos, recomendamos que levem seus respectivos laptops.

O workshop é gratuito e acontecerá no Pontão da Eco na UFRJ. Rua Mauro Müller, 455, Urca, como chegar. A inscrição deve ser feita neste link.

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Novidade nenhuma o fato do iPhone 4 ter sido lançado, com uma resolução muito boa e etc. No entanto, o que mais me chamou atenção no danado é a quantidade de sensores. Bom, vamos parar para pensar. O iPhone 4 tem:

  • Um acelerômetro de 3 eixos
  • Um giroscópio de 3 eixos
  • Uma bússola digital
  • Uma tela sensível ao toque
  • Um sensor de proximidade
  • Um sensor de iluminação
  • Dois microfones (para cancelamento de ruído)
  • Duas câmeras
  • GPS
  • Total: 11 sensores!

Toda essa parafernália de sensores pode ser usada como dispositivo de entrada (input) do aparelho (talvez não todos, devido à permissões da API do OS). Enquanto nossos computadores pessoais (PCs) se mantêm basicamente com o velho teclado e mouse os celulares estão dando passos muito a frente com essa quantidade de sensores capazes de interpretar o mundo físico. Na apresentação do giroscópio no WWDC2010 o demo mostrado pelo Steve Jobs não ajudou muito, o giroscópio associado a um acelerômetro é capaz de interpretar movimentos muito mais suaves e até direção e intensidade de movimento.

Abaixo o trecho da WWDC2010 com Steve apresentando o giroscópio + acelerômetro:

Nada demais, essa demo poderia rodar no iPhone 3GS ao meu ver…

Bom, pra não ficar aqui horas digitando a explicação do que poderia ser possível, fica um vídeo de demonstração do Wii com o Motion Plus, uma peça adicional ao controle do Wii que nada mais é que um giroscópio. Vejam o que será possível de fazer com um iPhone…

Bem isso é só uma demonstração do que um acelerômetro em conjunto com um giroscópio pode fazer. Porém isso somado a bússola, por exemplo, poderia indicar exatamente o local que se aponta o iphone, por exemplo para o sol, ou para uma determinada construção (não é atoa que os apps de realidade aumentada surgiram com o iPhone 3GS). Já o sensor de proximidade (mas, é provavel que a API do iOS4 não tenha suporte a esse sensor) por exemplo, poderia ser utilizado para saber se o iPhone está próximo de uma parede para se jogar um jogo de Squash. Enfim, a resumo dessa história é que vem muita coisa por aí ainda, não só com o iPhone 4, mas com toda geração de celulares cada vez mais cheios de sensores.

A junção de agências, produtoras, designers e desenvolvedores gerou este resultado incrível. Uma projeção 3D interativa gigante, onde o público pode interagir em duas telas e uma mesa multitoque.

Provavelmente você já viu algum vídeo sobre projeção em 3D. Estas são projeções em altíssima resolução feitas para locais específicos, elas se aproveitam da ilusão da perspectiva para dar a impressão de que prédios estão se movendo, ou algo passando por dentro deles. Nestas projeções os detalhes arquitetônicos são desenhados no vídeo formando máscaras dentro do vídeo. Abaixo um exemplo fantástico e não interativo de 3D projection. Vídeo descoberto pelo amigo André Veloso.

Um dos usos mais interessante de realidade aumentada / misturada que já vi até o momento. O problema ainda acredito ser no hardware, óculos (HMDs) com telas transparentes com displays leves e confortáveis, de resto praticamente tudo já é possível com nível que já temos de GPS, acelerômetros e reconhecimento de padrões.

Da descrição no YouTube:

This concept allows to you to experience immersion and effortless navigation in new ways. New types of interactions involving near-to-eye displays, gaze direction tracking, 3D audio, 3D video, gesture and touch. Through these new types of social linkages people will be connected in innovative ways between the physical and digital worlds.

Aí está o vídeo gravado ontem na minha palestra na Quinta Digital. O Quinta Digital é uma iniciativa muito legal do Alexandre da Bolt de trazer discussões sobre o mundo digital e comunicação, ontem estavam presentes 55 pessoas, um público ótimo para o espaço. Aguardo críticas e sugestões. Lembrando que a Quinta Digital continua, vem aí ainda mais três palestrantes este ano 1 de Outubro Matt Montenegro, 5 de Novembro Simone Nogueira e 3 de Dezembro Luli Radfahrer.

Muita gente fez piada quando soube que uma das grandes novidades do iPhone 3GS era uma bússula embarcada. Bom como estou com um HTC G1, que possui bússula, resolvi escrever um pouco sobre as possibilidades interativas com esse artefato antigo.

A primeira e mais lógica aplicaçāo da bússula é fornecer a orientação em mapas. Quem tem um iPhone 3G e tentou utilizar o GPS sabe o problema que é utilizar o mesmo como ferramenta para se guiar em estradas. O GPS do iPhone 3G fornece apenas uma bolinha no mapa, ou seja, você precisa utilizar uma grande carga congnitiva para comparar sua localizaçāo física com a localização no mapa, e então, tentar descobrir sua orientaçāo. Eu já tive essa experiência junto com Marcos que trabalha comigo em consultorias e com o Julius que também nos deu uma força. Resultado: ficamos perdidos por conta disso.

Bom, mas será que é só isso? Será que a bússula não pode também ser um dispositivo de entrada capaz de promover interações com o mundo físico? Afinal de contas ela fornece dados de orientação, de forma análoga a um acelerômetro, por exemplo.

A resposta é sim, claro! Separei abaixo alguns exemplos legais que utilizam a bússula para interação.


Layar (Android) Layar é um browser de realidade aumentada que é aberto para desenvolvedores criarem novas camadas de mashups, daí o nome Layar. Funciona assim, primeiro o GPS pega sua localização e fornece pontos próximos a sua localização, assim como o Google Maps. A diferença esta no modo de visualização de realidade aumentada, onde a visão é feita pela câmera do celular e com os pontos sobrepostos. A bússula é capaz de interpretar para que direção a câmera está apontada.


Google Street View (Android) Outra aplicação interessante é o Google Street View. Na visualização ao invés de toque ou botōes o usuário aponta e move o celular para baixo e para cima, num uso do acelerômetro em conjunto com a bússula. Um jeito bem mais natural de navegar no Street View.


Nearest Tube é um software simples, assim como o Google Maps, ele aponta pontos onde o usuário quer ir. A diferença neste caso é que a imagem de fundo não é um mapa e sim o vídeo capturado em tempo real pelo IPhone 3GS.


Metal Detector. Achei bem interessante esse uso que deram para a bússula. Não é mentira, eu testei.

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No dia 03/09/2009 às 22:00 vou ministrar uma palestra no evento Quinta Digital. O evento acontecerá no Catado de Idéias, Rua Alves Pinto, 295, Grajaú, Belo Horizonte Mapa no Google Maps. A entrada custa R$30,00.

As primeiras 35 pessoas a se inscreverem, e pagarem, ficam no direito de assistir na sala 01, os outros ficam reservados para a sala 02. Na última palestra que aconteceu no Quinta Digital as inscrições foram encerradas com antecedência, então inscrevam-se já pelo site.

Sobre a palestra:
A partir da invenção das GUIs na década de 70 assitimos uma evolução rápida dos computadores pessoais, eles ficaram mais rápidos, mais robustos, mais baratos e cada vez mais portáteis. Porém, até que ponto esta evolução permitiu mudanças de paradigmas de experiência do usuário e interatividade? Atualmente estamos próximos de uma nova transformação. As interfaces tangíveis (ou graspables, ou multimodais) rompem com limites impostos pela imagem do computador tradicional – cpu, mouse, teclado e monitor – e permitem novos estilos de interação, por vezes mais naturais e divertidos. Conheça essas características e uma proposta de framework para criação e avaliação dessas novas interfaces.

Sexta-feira, dia 7 de Agosto vou apresentar apresentei um set com iluminação generativa no MIP (Manifestação Internacional de Performance) às 22:30 na Espaço 104 (Praça Rui Barbosa, 104, Centro – Belo Horizonte).

A performance “É somente  agora que reconheço sua beleza e me recuso a aprisionar qualquer parte de minha vida” é executada pelo Conjunto Vazio. Eu juntamente com André Veloso e Paulo Rocha estamos organizando organizamos a parte da iluminação e projeção generativa, que é feita em processing e controlada por um iPhone iPod Touch. O vídeo está em qualidade muito ruim, mas dá para ter uma idéia do que foi a performance, montamos um chão interativo onde algumas partes eram controladas pelo iPhone iPod Touch. Outra parte da iluminação (a parte generativa) era feita através da detecção de blobs, contorno do corpo dos atores, e formava siluetas de luz. Agradecimentos: Fabiane Niemeyer (minha esposa que deu uma grande ajuda no processo de montagem e registro).

http://www.ceia..art.br/mip/

Shadow Monsters

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Free-hand spatial drawing of 3D objects

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ARhrrrr – An augmented reality shooter

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