Archive for the ‘Meus projetos’ Category

Taí um projeto que me orgulho de ter feito parte. Trabalhei na direção de arte e design de experiência do player web, aplicação iPhone e na customização de redes sociais. Um belo case de inserção digital de uma banda já consagrada. O que rendeu o prêmio de iniciativa na Multishow.

Skank e utilização das novas mídias

Seção de Card Sorting dentro de uma seção de Work Sorting

Sessão de Card Sorting dentro de uma sessão de Work Sorting

Eu tenho trabalhado em parceria com o amigo Marcos Paulo em consultorias em Design Centrado no Usuário. Nestes projetos já enfrentamos muitas barreiras, já que a disciplina ainda é relativamente nova muitos clientes têm uma certa resistência em incluir DCU em seus projetos. Isto de uma forma ou de outra conseguimos contornar apresentando estudos de ROI (Retorno sobre o Investimento) e explicando a importância do design de interação.

Um outro problema recorrente é a falta de verba – ou ausência da mesma :/ . Já existem pessoas pensando em métodos agile de design de interação, mas mesmo assim muitas vezes o custo ainda pesa. Pensamos então em adaptar uma técnica que pudesse no mínimo possível de tempo levantar a maior quantidade de requisitos possíveis. Decidimos que precisávamos criar uma nova. Juntando idéias, chegamos no Work Sorting.

Ok, mas como realmente funciona o Work Sorting?

Work Sorting é um técnica desenvolvida para projetos de pequeno porte, que objetiva levantar o máximo possível de dados em poucas sessões e com a participação de voluntários simultâneos. A técnica é um misto entre entrevistas não-estruturadas, grupo focal, card sorting e design participativo.

A técnica é dividida em três partes:

  • A primeira parte consiste em um quebra-gelo, onde são feitas perguntas sobre o perfil de cada usuário e são levantadas algumas questões sobre o uso do produto em questão.
  • A segunda parte consiste na realização do card sorting, onde cada participante organiza individualmente as cartas de conteúdo e cria grupos onde estas cartas devem permanecer. O card sorting é individual, porém é realizado num grupo de foco, simultâneamente. Os participantes podem trocar experiências, mas mantendo suas decisões pessoais. O card sorting tem o papel de entender como o usuário imagina a arquitetura de um produto.
  • Na terceira e última parte o participante é convidado a desenhar algumas telas, escolhendo 2 a 3 grupos, incluindo a página inicial. Este desenho é um rascunho esquematizado, onde são observados alguns interesses e preferências do usuário.

Aí está o vídeo gravado ontem na minha palestra na Quinta Digital. O Quinta Digital é uma iniciativa muito legal do Alexandre da Bolt de trazer discussões sobre o mundo digital e comunicação, ontem estavam presentes 55 pessoas, um público ótimo para o espaço. Aguardo críticas e sugestões. Lembrando que a Quinta Digital continua, vem aí ainda mais três palestrantes este ano 1 de Outubro Matt Montenegro, 5 de Novembro Simone Nogueira e 3 de Dezembro Luli Radfahrer.


Você deve estar se perguntando o que este post tem a ver com design? Calma! Skank é uma banda que investiu bastante o último ano em internet e mobile, eles foram a primeira banda brasileira a ter um aplicativo iPhone, também a primeira a ter uma web rádio com músicas escolhidas pelos fãs e pelos integrantes da banda. Eles ganharam o prêmio inicitiva da Multishow devido sua forte presença na web. Mas, este é apenas um dos resultados positivos para o Skank, a consolidação da banda através da internet é impressionante, criou-se um canal direto entre banda e fãs. Eu tive o prazer de participar do projeto na Aorta, onde fui coordenador de criação web e mobile, lá projetamos e criamos as interfaces da web rádio, do aplicativo iPhone e dos perfis da banda em redes sociais como twitter e myspace. Taí a prova de que hoje em dia ter presença na web é muito mais que criar um website ou perfil isolado em redes sociais.

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No dia 03/09/2009 às 22:00 vou ministrar uma palestra no evento Quinta Digital. O evento acontecerá no Catado de Idéias, Rua Alves Pinto, 295, Grajaú, Belo Horizonte Mapa no Google Maps. A entrada custa R$30,00.

As primeiras 35 pessoas a se inscreverem, e pagarem, ficam no direito de assistir na sala 01, os outros ficam reservados para a sala 02. Na última palestra que aconteceu no Quinta Digital as inscrições foram encerradas com antecedência, então inscrevam-se já pelo site.

Sobre a palestra:
A partir da invenção das GUIs na década de 70 assitimos uma evolução rápida dos computadores pessoais, eles ficaram mais rápidos, mais robustos, mais baratos e cada vez mais portáteis. Porém, até que ponto esta evolução permitiu mudanças de paradigmas de experiência do usuário e interatividade? Atualmente estamos próximos de uma nova transformação. As interfaces tangíveis (ou graspables, ou multimodais) rompem com limites impostos pela imagem do computador tradicional – cpu, mouse, teclado e monitor – e permitem novos estilos de interação, por vezes mais naturais e divertidos. Conheça essas características e uma proposta de framework para criação e avaliação dessas novas interfaces.

Sexta-feira, dia 7 de Agosto vou apresentar apresentei um set com iluminação generativa no MIP (Manifestação Internacional de Performance) às 22:30 na Espaço 104 (Praça Rui Barbosa, 104, Centro – Belo Horizonte).

A performance “É somente  agora que reconheço sua beleza e me recuso a aprisionar qualquer parte de minha vida” é executada pelo Conjunto Vazio. Eu juntamente com André Veloso e Paulo Rocha estamos organizando organizamos a parte da iluminação e projeção generativa, que é feita em processing e controlada por um iPhone iPod Touch. O vídeo está em qualidade muito ruim, mas dá para ter uma idéia do que foi a performance, montamos um chão interativo onde algumas partes eram controladas pelo iPhone iPod Touch. Outra parte da iluminação (a parte generativa) era feita através da detecção de blobs, contorno do corpo dos atores, e formava siluetas de luz. Agradecimentos: Fabiane Niemeyer (minha esposa que deu uma grande ajuda no processo de montagem e registro).

http://www.ceia..art.br/mip/

Finalmente consegui terminar, junto com meu amigo André Veloso. O vídeo acima ainda mostra a mesa com plástico de proteção no tampo de acrílico, mas já dá para ver o funcionamento final da mesa com alguns aplicativos. A idéia é usá-la para desenvolvimento de produtos e experimentos mutitoque. Ah também estou alugando a mesa ;) qualquer coisa me escrevam no email kojieumesmo [arroba] gmail.com.

No último dia 4 de Julho levei junto com parceiro e amigo André Veloso o Laser Tag para o evento do Azucrina Records “na rua na rede na tora”. O evento contou com diversas bandas independentes de Belo Horizonte tocando no espaço público, em frente à Serraria Souza Pinto.

O vídeo acima mostra o engajamento do público em participar. Teve até fila para brincar com o Laser Tag! Fica a sugestão para eventos se tornarem mais divertidos e interativos com o uso de “novas” tecnologias.

Gravei esse vídeo na minha casa-laboratório ontem à noite. Laser tag é um projeto muito bacana do Graffiti Research Lab, um grupo de graffiti que tem pesquisado formas não convencionais de fazer graffiti. O projeto é feito em Open Frameworks. Legal que o projeto é open source, ou seja o código está aberto para quem quiser trabalhar nele.

Você na sua casa se tem um projetor, uma canetinha laser (dessas de apresentação) e uma webcam pode brincar de grafitar sua parede. Basta baixar o software na página do criador, e seguir as instruções:

  1. Depois de instalado o software no windows ou macos, configure o seu monitor e projetor com a mesma resolução, e configure o projetor para extender sua área de trabalho;
  2. Aperte “f” para ficar com o software em fullscreen;
  3. Aperte “espaço” e na tela da esquerda do computador arraste o contorno para cima da borda da projeção;
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  4. Aperte “espaço” de novo para sumir a borda;
  5. Agora é só configurar o “tracking” para a cor da sua caneta laser e mandar ver nos tags;
  6. ATENÇÃO: A LICENÇA DESSE SOFTWARE NÃO PERMITE USO PARA FINS DE PUBLICIDADE OU PROMOÇÃO.

Recomendações: Use uma câmera com bom framerate, eu usei uma philips SPC900, a mesma que uso para tela multitoque.

Taí minha primeira experiência com o Arduino. Criei um script simples que através da entrada de áudio (que pode ser algo gravado como no vídeo ou através de captura pelo microfone) reage formando pulsos de intensidade de luz diferente. Tudo através da saída digital PWM que o arduino possui. Vou organizar o código e vou postar aqui no blog em breve.