
Enquanto ficamos aqui boquiabertos(as) com as pesquisas sobre Interfaces Tangíveis coordenado por Hiroshi Ishii e Interfaces Fluídas coordenado por Pattie Maes na MIT Media Lab, resolvi escrever para um estudante da MIT Media Lab para perguntar sobre o curso de mestrado. Não vou revelar o nome, pois o email é pessoal, mas o que posso dizer é que você provavelmente já viu um dos inventos dele por aí. O interessante é que o estudante, atualmente no doutorado, é graduado em Belas Artes, a mesma graduação que fiz
. Perguntei para ele se a MIT ML era muito voltada para desenvolvedores:
It’s important to have a passion to do something interesting with technology. the programming is not neccessary actually, but it can be helpful. if you have a vision of what you’d like to accomplish there, you should apply. it’s not a good place to be if you want to be guided by your professors, as there is no “curriculum.” it is largely student-guided.
(Grifo meu)
Bem, a MIT ML foge um pouco a regra do resto da MIT que é em sua maioria de engenheiros(as), no admission deles deixam isso claro: “Unlike other programs, departments, and labs at MIT, the Media Lab welcomes and encourages applications from students with varied backgrounds—from art to engineering, music to physics, education to neuroscience.” E reforçam bem que a filosofia de lá é atelier-laborátorio de criação, tendo professores apenas orientando durante todo mestrado ou doutorado.
Para quem não conhece a MIT ela é uma das instituições mais importantes no mundo sobre tecnologia e ciências, passaram por lá pessoas tão importantes e díspares como Bill Gates e Richard Stallman. As inscrições são até 15 de Dezembro, e basicamente pedem um portfolio bacana, e cartas de indicação. E aí vai encarar?