Archive for the ‘Interfaces tangíveis’ Category

Feito ontem aqui em casa com tudo improvisado (ou gambiarrado como diz o Fred), usei a câmera do próprio notebook. Azeite é a caixa, pimenta controla o pitch e cubo é o clap. Girando os objetos sobre a mesa controla-se o BPM ou intensidade. Feito com software livre, Pure Data e Reactivision.

Todos alimentos usados neste vídeo são veganos :)

Experimento sensacional, com projeção holográfica sensível ao toque. A primeira parte é feita com sensores do wii, num tracking de imagem simples, já o segundo utiliza uma técnica mais complexa de sensores à ar.

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No dia 03/09/2009 às 22:00 vou ministrar uma palestra no evento Quinta Digital. O evento acontecerá no Catado de Idéias, Rua Alves Pinto, 295, Grajaú, Belo Horizonte Mapa no Google Maps. A entrada custa R$30,00.

As primeiras 35 pessoas a se inscreverem, e pagarem, ficam no direito de assistir na sala 01, os outros ficam reservados para a sala 02. Na última palestra que aconteceu no Quinta Digital as inscrições foram encerradas com antecedência, então inscrevam-se já pelo site.

Sobre a palestra:
A partir da invenção das GUIs na década de 70 assitimos uma evolução rápida dos computadores pessoais, eles ficaram mais rápidos, mais robustos, mais baratos e cada vez mais portáteis. Porém, até que ponto esta evolução permitiu mudanças de paradigmas de experiência do usuário e interatividade? Atualmente estamos próximos de uma nova transformação. As interfaces tangíveis (ou graspables, ou multimodais) rompem com limites impostos pela imagem do computador tradicional – cpu, mouse, teclado e monitor – e permitem novos estilos de interação, por vezes mais naturais e divertidos. Conheça essas características e uma proposta de framework para criação e avaliação dessas novas interfaces.

Ainda é um projeto, mas este gadget de estudantes do curso de Interface Tangível da CIID (Copenhagen Institute of Interaction Design) pode ser a balança do futuro. Meet the Food You Eat é uma balança que ao invés de comparar pesos, compara a emissão de carbono para produzir um determinado alimento e a quantidade de árvores necessárias para neutralizar tal emissão. O projeto funciona com um motor servo e identificadores de RFID acoplados em etiquetas nos alimentos.

A um tempo atrás falei dos trabalhos na exposição Itaú Cultural de Arte Cibernética no trabalho Life Writer uma máquina de escrever era usada para gerar pequenos seres autômatos. Pois é, é possível tornar velhas ferramentas como máquinas de escrever e objetos do cotidiano em artefatos inteligentes com o uso de sensores. O hack do vídeo feito com máquina de escrever gera notas musicais em cada toque. Bem interessante e bastante simples de ser aplicado, com um teclado velho adaptado à máquina de escrever é possível obter o mesmo resultado.

Shadow Monsters

MScape Game Demo: Roku’s Reward

Free-hand spatial drawing of 3D objects

Animated Lego Digital Box at Downtown Disney Orlando

ARhrrrr – An augmented reality shooter

Wikitude AR Travel Guide

USPS Priority Mail Simulator

Meus amigos, apresento o ábaco http://www.flickr.com/photos/ansik

Meus amigos, apresento o ábaco http://www.flickr.com/photos/ansik

Quando uma pessoa digita um texto ou clica em um ícone numa GUI (pense no Windows, Linux ou MacOS como exemplo), instruções são repassadas para o computador. O computador por sua vez responde a estes estímulos de entrada através dos dispositivos de saída, como monitores e caixas de áudio. É através dos dispositivos de saída que o computador informa e solicita ações para o usuário, por exemplo o monitor é utilizado para mostrar um aviso de erro para que o usuário corrija o mesmo.

Ulmer e Ishii apontam que em interfaces tangíveis, por outro lado, não há distinção entre o dispositivo de entrada e de saída. Na mesma tradição do ábaco, ferramenta de cálculo originário da Mesopotâmia, “o ábaco não faz distinção entre a ‘entrada’ e ’saída’. Ao invés de varetas, esferas e moldura o ábaco serve como uma representação física manipulável de operações e valores numéricos abstratos.”

Nos próximos anos – e cada dia vejo mais e mais patentes sendo registradas – veremos a explosão das interfaces inspiradas no ábaco, as TUIs (Tangible User Interfaces).  Em outros termos, não adianta mudar o hardware para o multitoque ou tangível e manter os mesmos paradigmas de interação, por exemplo, podemos não precisar mais de barras de rolagem ou de menus dropdown. Voltamos à Mesopotâmia :D

Projeto bem bacana feito com Leds e sensores para o escritório de informação ao turista, o La Vitrine em Montreal.

Steven Bulhoes (vale a pena conferir o portfólio do cara), o autor do trabalho não revelou a técnica, mas é totalmente realizável com arduino, um controlador de leds, sensores, câmeras e um saco cheio de leds rgb.

Os computadores pessoais têm envolvido um ambiente de escritório em que você senta em seu traseiro, movendo apenas apenas seus dedos, entrando e recebendo informação censurada pela sua mente alerta. Isso não é sua vida toda, provavelmente nem mesmo a melhor parte. Nós precisamos pensar mais em seu corpo, em servir em mais lugares, e transformar a expressão física em informação.
(O’Sullivan e Igoe, 2004 no livro Physical Computing)

É mais ou menos isso, trabalhamos 8 horas por dia movendo apenas os dedos e o resto das nossas vidas não tem qualquer valor informacional. Mas, estamos prestes a assistir uma nova evolução das interfaces, assim como aconteceu no desenvolvimento das GUI (interface gráfica do usuário), que trocou as antigas e complexas interfaces de linha de comando por metáforas visuais mapeadas no monitor.

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(Clique para ampliar) Novas interfaces que irão mudar a forma como interagimos com computadores

Por enquanto ainda são modestas as inovações no cotidiano. A realidade aumentada aparece mais como um hype tecnológico, um brinquedo para sites com bonecos em 3D. Porém, dentro de alguns anos a coisa mudará rapidamente e os computadores serão capazes de entender e interpretar o mundo, os objetos e as pessoas. Provavelmente essas mudanças também implicarão em alterações na forma como trabalhamos e convivemos com a tecnologia.

Para ilustrar o peso da mudança que iremos testemunhar em breve deixo um vídeo da Apple sobre o lançamento do Macintosh (sim! o primeiro), naquela altura a Apple estava prestes a lançar um computador que iria definir o que entendemos por interface GUI até os dias de hoje. Estava tudo lá, desktop, janelas, ícones, menus e apontador. Bom e como a Apple sabe como ninguém cooptar a contracultura de Orwell, a déspota em questão era a IBM e sua linha de comando, enfim, assistam…

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Gravei esse vídeo na minha casa-laboratório ontem à noite. Laser tag é um projeto muito bacana do Graffiti Research Lab, um grupo de graffiti que tem pesquisado formas não convencionais de fazer graffiti. O projeto é feito em Open Frameworks. Legal que o projeto é open source, ou seja o código está aberto para quem quiser trabalhar nele.

Você na sua casa se tem um projetor, uma canetinha laser (dessas de apresentação) e uma webcam pode brincar de grafitar sua parede. Basta baixar o software na página do criador, e seguir as instruções:

  1. Depois de instalado o software no windows ou macos, configure o seu monitor e projetor com a mesma resolução, e configure o projetor para extender sua área de trabalho;
  2. Aperte “f” para ficar com o software em fullscreen;
  3. Aperte “espaço” e na tela da esquerda do computador arraste o contorno para cima da borda da projeção;
    Camera-Alignment
  4. Aperte “espaço” de novo para sumir a borda;
  5. Agora é só configurar o “tracking” para a cor da sua caneta laser e mandar ver nos tags;
  6. ATENÇÃO: A LICENÇA DESSE SOFTWARE NÃO PERMITE USO PARA FINS DE PUBLICIDADE OU PROMOÇÃO.

Recomendações: Use uma câmera com bom framerate, eu usei uma philips SPC900, a mesma que uso para tela multitoque.