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	<title>Dig for Design &#187; Design emocional</title>
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	<description>Portfólio Koji Pereira ● I&#039;m digging for fire</description>
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		<title>Palestra: Além do Mouse e Teclado – Novos Paradigmas de Experiência do Usuário em Belo Horizonte</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 14:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação física]]></category>
		<category><![CDATA[Design centrado no usuário]]></category>
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		<description><![CDATA[
No dia 03/09/2009 às 22:00 vou ministrar uma palestra no evento Quinta Digital. O evento acontecerá no Catado de Idéias, Rua Alves Pinto, 295, Grajaú, Belo Horizonte Mapa no Google Maps. A entrada custa R$30,00.
As primeiras 35 pessoas a se inscreverem, e pagarem, ficam no direito de assistir na sala 01, os outros ficam reservados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-546" title="gantt-white_med" src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2009/08/gantt-white_med.jpg" alt="gantt-white_med" width="655" height="346" /><br />
No dia 03/09/2009 às 22:00 vou ministrar uma palestra no evento <a href="http://www.quintadigital.com.br">Quinta Digital</a>. O evento acontecerá no Catado de Idéias, Rua Alves Pinto, 295, Grajaú, Belo Horizonte <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=alves+pinto,+295,+bh&amp;sll=-19.932566,-43.96265&amp;sspn=0.029815,0.031071&amp;ie=UTF8&amp;ll=-19.928975,-43.961878&amp;spn=0.015048,0.023153&amp;z=14&amp;iwloc=A">Mapa no Google Maps</a>. A entrada custa R$30,00.</p>
<p>As primeiras 35 pessoas a se inscreverem, e pagarem, ficam no direito de assistir na sala 01, os outros ficam reservados para a sala 02. Na última palestra que aconteceu no Quinta Digital as inscrições foram encerradas com antecedência, então <a href="http://www.quintadigital.com.br/site/inscricoes/">inscrevam-se já pelo site</a>.</p>
<p>Sobre a palestra:<br />
A partir da invenção das GUIs na década de 70 assitimos uma evolução rápida dos computadores pessoais, eles ficaram mais rápidos, mais robustos, mais baratos e cada vez mais portáteis. Porém, até que ponto esta evolução permitiu mudanças de paradigmas de experiência do usuário e interatividade? Atualmente estamos próximos de uma nova transformação. As interfaces tangíveis (ou graspables, ou multimodais) rompem com limites impostos pela imagem do computador tradicional – cpu, mouse, teclado e monitor – e permitem novos estilos de interação, por vezes mais naturais e divertidos. Conheça essas características e uma proposta de framework para criação e avaliação dessas novas interfaces.</p>
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		<title>Memorial da guerra do Vietnã, arquitetura da informação evocando emoções</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 13:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de experiência]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao contrário do que se pensa, a arquitetura da informação apesar de facilitar a organização e sistematização do conteúdo, não se limita apenas a esse campo. Um conteúdo específico pode ter uma organização que permite uma identificação afetiva, desencadeando uma experiência única. Natham Shredoff, autor do livro Experience Design, nos dá um exemplo muito interessante, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_465" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><a href="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2009/07/phil-whiting-Vietnam_war_memorial.jpg"><img src="http://www.digfordesign.com/wp-content/uploads/2009/07/phil-whiting-Vietnam_war_memorial.jpg" alt="Memorial da Guerra do Vietnã, listagem não-convencional." title="phil whiting Vietnam_war_memorial" width="640" height="480" class="size-full wp-image-465" /></a><p class="wp-caption-text">Memorial da Guerra do Vietnã, listagem não-convencional.</p></div>
<p>Ao contrário do que se pensa, a arquitetura da informação apesar de facilitar a organização e sistematização do conteúdo, não se limita apenas a esse campo. Um conteúdo específico pode ter uma organização que permite uma identificação afetiva, desencadeando uma experiência única. <a href="http://www.nathan.com/ed/">Natham Shredoff</a>, autor do livro Experience Design, nos dá um exemplo muito interessante, o do memorial da guerra do Vietnã em Washington, Estados Unidos. Neste monumento, as vítimas da guerra tiveram seus nomes organizados pela ordem de falecimento, dessa forma companheiros que morreram juntos tinham nomes próximos uns dos outros. O mesmo resultado não seria possível se os nomes estivessem em ordem alfabética ou por categoria. Neste caso está claro que o design de informação transformou meros dados (quantidade e nome de pessoas mortas) em informação com impacto emocional muito grande.</p>
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		<title>Experimentando o PrEmo para avaliação de design emocional</title>
		<link>http://www.digfordesign.com/2009/experimentando-o-premo-para-avaliacao-de-design-emocional/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 14:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de experiência]]></category>
		<category><![CDATA[Design emocional]]></category>

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		<description><![CDATA[Consegui uma conta no PrEmo, ferramenta para avaliação de design emocional. Resolvi fazer um teste com a ferramenta. Várias coisas estão em inglês e não é possível traduzir, portanto sei que os dados podem ter uma grave distorção. Mesmo assim, resolvi testar a ferramenta. A avaliação é sobre software livre e sistemas operacionais. Por favor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consegui uma conta no PrEmo, ferramenta para avaliação de design emocional. Resolvi fazer um teste com a ferramenta. Várias coisas estão em inglês e não é possível traduzir, portanto sei que os dados podem ter uma grave distorção. Mesmo assim, resolvi testar a ferramenta. A avaliação é sobre software livre e sistemas operacionais. Por favor <a href="http://www.measuring-emotions.com/os">participem do experimento</a>, é anônimo e <strong>lembrem-se de ligar as caixas de som</strong>! Assim que obtiver os resultados colocarei aqui no blog.</p>
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		<title>Metodologias para avaliação emocional</title>
		<link>http://www.digfordesign.com/2009/metodologias-para-avaliar-design-emocional/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 03:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Koji</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design de experiência]]></category>
		<category><![CDATA[Design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[Design emocional]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o lançamento do trabalho seminal de Donald Norman &#8220;Emotional Design&#8221; em português, surgem diversas dúvidas. Como mensurar emoções, ou pelo menos como avaliar quais impactos emocionais de um produto ou serviço?
Mas quanto às metodologias disponíveis?
Kansei Engineering segundo o artigo “Kansei Engineering, linking emotions and product  features” escrito por Grimsæth (2005), é um método [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 415px"><img title="Espremedor de laranja de Philippe Starck" src="http://www.appliancist.com/juicy-salif-citrus-squeezer.jpg" alt="Espremedor de laranja de Philippe Starck" width="405" height="445" /><p class="wp-caption-text">Espremedor de laranja de Philippe Starck</p></div>
<p>Com o lançamento do trabalho seminal de Donald Norman &#8220;Emotional Design&#8221; em português, surgem diversas dúvidas. Como mensurar emoções, ou pelo menos como avaliar quais impactos emocionais de um produto ou serviço?</p>
<h3>Mas quanto às metodologias disponíveis?</h3>
<p><em>Kansei Engineering</em> segundo o artigo “Kansei Engineering, linking emotions and product  features” escrito por Grimsæth (2005), é um método de avaliação de design emocional voltado para produtos.  É possível avaliar o impacto emocional de produtos através de palavras, resposta psicológica (batidas do coração  e análises fisiológicas), comportamento e expressão facial ou corporal.  A forma mais comum de avaliação é através das palavras que revelam  elementos do <em>Kansei</em>. As palavras de <em>Kansei </em> estão relacionadas às propriedades de um produto e podem ser avaliadas  através de questionário. As palavras <em>Kansei</em> definidas por Nagamachi  (1997) chegam a mais de 600. Grimsæth (2005) agrupa os termos,  o que resulta em 25 termos simples. As palavras finais são: poder,  divertido, clássico, robusto, pessoal, tradicional, agressivo, liberdade,  plástico, convicção, confiança, limpo, exclusivo, funcional, elegante,  estético, seguro, fresco, ergonômico, profissional, moderno, controle,  estilo de vida, valor, futurístico. Em termos práticos essas palavras podem ser colocadas para que os(as) usuários(as) façam ligação entre elas e áreas específicas de uma interface, serviço ou produto.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 452px"><img src="http://www.susagroup.com/content/afbeeldingen/screenshot.png" alt="Avatares do PrEmo" width="442" height="278" /><p class="wp-caption-text">Avatares do PrEmo</p></div>
<p>Um método bem interessante é o uso de avatares. A <a href="http://www.susagroup.com/en/validated_tools_and_methods/premo.html">PrEmo</a> criada por Pieter Desmet na Universidade Técnica de Delft é uma delas. PrEmo é voltado para produtos e usa 12 avatares animados e sonorizados, que podem ser utilizados em focus groups, pesquisas qualitativas e questionários.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><a href="http://www.susagroup.com/content/afbeeldingen/interface.png"><img title="LEMTool e sua interface" src="http://www.susagroup.com/content/afbeeldingen/interface.png" alt="LEMTool e sua interface" width="400" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">LEMTool e sua interface</p></div>
<p><a href="http://www.susagroup.com/en/validated_tools_and_methods/lemtool.html">LEMTool (Layered Emotional Measuring Tool) </a>é distribuída pela mesma empresa, a SusaGroup, a diferença é que a LEMTool é voltada para produtos web. A grande vantagem é que toda interação pode acontecer como em um teste tradicional de usabilidade (recomendo ler o livro design de interação para entender a metodologia). Você cria seções no seu protótipo onde a interação com o LEMTool acontece em seguida uma camada é aberta sobre o site com o menu circular abaixo que possui uma escala de 1 a 3. Perfeito para análises que extrapolam a funcionalidade e usabilidade.</p>
<p>Outra maneira mais complexa de analisar é através de padrões de comportamento. Se você já conduziu um teste, sabe que tem expressões que se repetem como franzir a testa, olhar para o alto, afastar-se do objeto, respirar fundo, etc. <span class="small">Algumas dessas expressões já foram catalogadas num artigo da Universidade de Lancaster na área de IHC (Interface Humano-Computador) enumera 10 heurísticas para avaliação emocional, o artigo está <a href="http://www.bcs.org/server.php?show=ConWebDoc.13464">aberto para download</a>. </span>Isso pode ser feito em um teste de usabilidade tradicional também.</p>
<p>Mensurar o envolvimento emocional é algo de qualquer forma bastante complexo e bem mais subjetivo que um teste de usabilidade, por exemplo. No entanto, além das metodologias levantadas aqui, há tantas outras como personas, pesquisa etnográfica, <em>moodboards</em> e outras que já nos permitem avaliar questões emocionais.</p>
<h3>Questões éticas</h3>
<p>Com o design emocional também surgem diversas questões éticas que não são abordadas no livro, mas que acho de extrema importância. O design emocional tende a culminar no consumismo, já que o prazer é um dos pilares principais do design emocional. Por outro lado está claro que o consumismo é hoje uma das maiores &#8220;valas&#8221; que a civilização já criou, é o ritmo de consumo que tem destruído o meio ambiente e tornado as pessoas cada vez mais obcecadas.</p>
<p>Por outro lado, a dimensão do reflexiva do design emocional é aquela que promove também envolvimento, sentimento de comunidade, entre outros aspectos. Ela tem a ver com escolhas conscientes, como gerar menos lixo, comprar orgânicos, ter produtos duráveis, etc. Este semestre fiz uma pesquisa que ilustra isso, que busca traçar a relações emocionais na escolha do software livre. Em breve postarei aqui os resultados da pesquisa.</p>
<p>O caminho do design emocional, portanto, é um caminho que os(as) designers devem traçar com cuidado. <a href="http://www.usabilidoido.com.br/design_afetivo_e_reificacao.html">Frederick Van Amstel escreveu um pouco sobre isso no seu blog</a>.</p>
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